Da batota.
As coisas que te digo quando calo o que quero dizer, pela prática competente da repugnância do ridículo, são sempre todas bem melhores que a versão espirituosa que te faço chegar, por mais brilho adulto que lhes possam dar os filtros de sarcasmos e cinismos que lhes ponho, como quem põe um par de brincos num conjunto casual e julga elevá-lo só por isso a uma qualquer superior categoria do chique.
Mas tu ris-te do tilintar neurasténico e do arrogante refinamento intelectual dos risos pós-modernos que uso contigo, e fazes questão de me mostrar que és capaz do que eu não sou.
Mas tu ris-te do tilintar neurasténico e do arrogante refinamento intelectual dos risos pós-modernos que uso contigo, e fazes questão de me mostrar que és capaz do que eu não sou.
Não sei como podes dizer o que eles dizem nos filmes e fazer estrelas a partir do toque e olhar para mim tão profundamente como se o original de tudo quanto é verdadeiro fosses tu, mas é porque me despes de toda a batota que as coisas que calo são tão legivelmente só para ti.

1 Comments:
Been here.
Just for the record.
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