Das intermitências epistémicas II.
Um encontro marcado com a rapariga que acabou de entrar em cena, com papel desconhecido mas que, desconfiamos, porque é tão bonita e terrivelmente inteligente, há-de ser importante, é das coisas mais frágeis que há.
Vamo-nos deitar com mil planos de conversa e de postura e acordamos no dia seguinte a rever passo a passo o que definimos. E sinal inequívoco do grau de importância da situação é o medo tremendo que temos de ligar o telemóvel e achar alguma mensagem inocentemente demolidora, demolidoramente inocente, que diga que surgiu um não-sei-quê-urgente.
Vamo-nos deitar com mil planos de conversa e de postura e acordamos no dia seguinte a rever passo a passo o que definimos. E sinal inequívoco do grau de importância da situação é o medo tremendo que temos de ligar o telemóvel e achar alguma mensagem inocentemente demolidora, demolidoramente inocente, que diga que surgiu um não-sei-quê-urgente.
Acreditamos que se não ligarmos o telemóvel tudo vai correr bem, maravilhosamente bem; mas só mantemos uma resolução deste tipo até ao momento de nos irmos arranjar.

1 Comments:
Gosto deste registo.
Até já*
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